segunda-feira, 1 de Junho de 2009

Grupo de LGP


E vem aí as FÉRIAS!

Adeus!!!
Inês Calado
Margarida Duarte
Patrícia Calado
Ricardo Martins
Suse Vital
12ºA


Gupo de LGP

E esta foi a nossa exposição final!
Está bem gira :)


Inês Calado
Margarida Durte
Patrícia Calado
Ricardo Martins
Suse Vital
12ºA

terça-feira, 12 de Maio de 2009

Grupo de LGP

E assim terminamos este ano lectivo e este trabalho bem divertido de fazer!


:(


Não fiquem triste que qualquer dia ainda aqui passamos pa dizer um olá!



Inês Calado
Margarida Duarte
Patrícia Calado
Ricardo Martins
Suse Vital
12ºA

Grupo de LGP

Ah e estas fotos a seguir são as actividades que os nossos utentes realizam ao longo do tempo que estão no CRIPS.

Eles são habilidosos!


















Inês Calado
Margarida Durte
Patrícia Calado
Ricardo Martins
Suse Vital
12º A

Gupo de LGP

Oi oi!

Hoje viemos até ao nosso blog para vos mostrar algumas fotos que tirámos, nas visitas que fizemos ao CRIPS.

Estes foram os nossos utentes (de costas para a foto).








Inês Calado
Margarida Duarte
Patrícia Calado
Ricardo Martins
suse Vital
12º A

quarta-feira, 6 de Maio de 2009

Grupo de LGP


Olá a todos!


Bem o ano lectivo está quase a terminar... e nós estamos quase a ir embora!

Estamos contentes por termos feito este projecto, aprendemos muito e foi bastante divetido.
Também foi muito trabalhoso, mas nós esforçamo-nos para concretizar tudo a tempo e horas!
Neste momente já temos tudo finalizado, documentos, entrevistas, fotos, etc.
Chegou a hora da apresentação final e vamos apresentar o nosso projecto que desenvolvemos ao longo do ano, sob forma de exposição.

Gostámos muito da parte de aprender LGP e pesquisar sobre o assunto e surdez. Na prática não é bem a mesma coisa...

É de lembrar que uma pessoa surda e/ou mudo pode aprensentar outras defeciências, que foi o que nos aconteceu. Quando fomos ao CRIPS estar em contacto com pessoas com este problema não nos sentimos à vontade. É preciso ter uma grande vocação e saber lidar com estas pessoas. O teórico não chega!

Fomos muito bem recebidos quando lá chegámos, mas foi muito difícil interagir/comunicar com estas pessoas.

Ficámos muito espantados com uma monitora, a Dª Rosalina. É uma simpatia de pessoa e dá-lhes tudo o que pode para os fazer felizes. Sabe tudo sobre eles e entende-os como ninguém.
De futuro, por enquanto, não nos estamos a ver a ter uma profissão daquelas, excepto a Margarida!
A verdade é que estamos quase a ir embora!

E vamos ter saudades disto! Deste trabalho, de pesquisas, do blogue, desta azafama!



Quarta-feira, 6 de Maio de 2009
Inês Calado
Margarida Duarte
Patrícia Calado
Ricardo Matins
Suse Vital
12ºA

Caracterização dos utentes

=» O J.J.E.P., nasceu no dia 02-10-1959 (50 anos), mora em Ponte de Sor e está integrado no CRIPS desde 2004, a sua patologia é surdez e está no C.A.O.

O J.J.E.P., tem oralidade muito reduzida, emite apenas alguns sons e lê os lábios. Ele é muito preguiçoso, sossegado e está sempre a rir-se. Não pratica nenhuma actividade, prefere ficar na sala a cortar esponja e a fazer pasta de papel. Por vezes, vai beber café com autorização dos pais.
O J.J.E.P. estava no CRIPS na sua sala com o Filipe (um ex-utente que também é surdo, mas com alguma oralidade). Ambos falam LGP, e entendem-se perfeitamente entre eles.
Na conversa com a monitora ficámos a saber que o João jogava futebol e queria tirar a carta, mas não era incentivado pela família.
O J.J.E.P. vai para uma Colónia de férias no Verão.



=» A A.M.S.S., nasceu no dia 18-04.1987 (22 anos), mora nos Foros do Arrão, está integrada no CRIPS desde 2005, a sua patologia é multideficiências (surdez) e está em formação profissional.

A A.M.S.S. é muito impulsiva, comunicativa, muito esperta, percebe o que as pessoas dizem (faz leitura labial) e é simpática.
O seu clube é o Benfica e fica eufórica quando este ganha algum jogo. Os seus dias no CRIPS são passados a pintar objectos de madeira (caixas, banquinhos, bonecos, etc.) e a fazer colagem de guardanapos.


=» A P.B. tem 24 anos, consegue falar mas é necessário insistir muito com ela, sabe as cores, os números, anda sempre a dançar, é muito activa e meiga. Corresponde aos carrinhos da monitora e das pessoas que conhece bem, já ara as pessoas que não conhece e que tentam falar com ela, por vezes fica alterada e grita.



=» O L. tem 26 anos, e é mudo. No entanto, usa sinais próprios dele pelos quais comunica sem dificuldade com a monitora, para lhe pedir água, bolachas entre outros.



=» A M.J. tem 35 anos, não fala, emite apenas alguns sons. É muito simpática e activa, faz trabalhos muito engraçados como porta-chaves, desenhos, etc.



=» A A.M. tem 23 anos, é muda e ainda tem algumas infecções (tipo conjuntivite). Está sempre a rir-se e a meter o dedo no ar para falar.


=» A C. tem 27 anos, a mãe é de Macau e o pai português.
A C. costuma ser birrenta, é muito sensível e muito dependente das monitoras.



=» A S. tem 22 anos, tem Síndrome de Down, no entanto fala muito bem, consegue ter uma conversa normal.
É muito activa, está sempre a fazer bordados e pinte muito bem.






Quarta-feira, 6 de Maio de 2009

Inês Calado
Margarida Duarte
Patrícia Calado
Ricardo Martins
Suse Vital
12ºA

Visitas ao CRIPS

No dia 25 de Março e no dia 29 de Abril, deslocámo-nos ao CRIPS, para estar em contacto com alguns dos utentes surdos e/ou mudos.
Quando chegámos fomos recebidos pela Dª Ana Leocádeo que nos apresentou à Dª Ana Paula que é Assistente Social, que nos acompanharam a duas salas do CRIPS.
O grupo foi dividido. Três para uma sala (Inês, Patrícia e Margarida) e dois para outra (Suse e Ricardo).
A Inês, a Patrícia e a Margarida estiveram em contacto com seis pessoas que tinham multideficiências e mudez. Fizemos a sua caracterização e tentámos perceber o que fazem no seu dia-a-dia.
Estas seis pessoas têm uma sala pequena, decorada com muitos desenhos e outros trabalhos feitos por todos. Têm muitos jogos na sala. A Dª Rosalina entende-os como ninguém e os adora, e claro todos eles retribuem esse carinho.
A sala tem dois placares onde eles afixam os seus trabalhos e onde têm uma tabela com gestos próprios que usam para comunicarem.
As monitoras que trabalham com estas pessoas têm uma formação no Centro de Emprego (neste caso a Dª Rosalina).
Alguns deles ainda frequentaram a escola, mas nestas pessoas a aprendizagem não evolui, pelo contrário tende a regredir; todos eles são divididos pelas salas, por capacidades, deficiências e idades.
Nas refeições convivem todos, têm todos os mesmos horários.


Actividades fora da sala:
- Fazem clonagem;
- Jogam à bola;
- Fazem corridas;
- Vão ver teatros;
- Fazem passeios pelo campo. Ex: no dia da Árvore foram para a horta do CRIPS.
- Vão para a sala de Informática;
- E ainda fazem trabalhos domésticos, como ocupação.

A Suse e o Ricardo, por sua vez, estiveram em contacto com duas pessoas, uma surda outra com multideficiências e também surdez. Também eles fizeram a sua caracterização e tentaram perceber o que fazem no seu dia-a-dia.
Estes dois utentes estavam numa sala (C.A.O.) para pessoas mais autónomas. Mas para chegar ao C.A.O. estes utentes passam por uma formação durante algum tempo (por vezes, mais de um ano).


Actividades fora da sala:
- Fazem ginástica;
- Carpintaria;
- Sala de Informática.



Quarta-feira, 6 de Maio de 2009

Inês Calado
Margarida Duarte
Patrícia Calado
Ricardo Martins
Suse Vital
12ºA

quarta-feira, 22 de Abril de 2009

Grupo de LGP

O projecto que desenvolvemos ao longo deste ano lectivo na disciplina de A.P foi bastante produtivo.
Desenvolvemos as nossas capacidades de pesquisa e recolha de informação ao mesmo tempo que o nosso tema “LGP” se ia construindo. Ficámos a conhecer melhor a surdez como as suas causas, tipos e graus. A inclusão social é bastante importante para estas pessoas (surdas/mudas).
Uma das formas de minimizar estes problemas são os implantes cocleares e as próteses auditivas, com vista de melhorar a vida destas pessoas.
Actualmente existem poucas pessoas formadas em Língua Gestual Portuguesa, pois as crianças na escola têm dificuldades em aprender; pessoas em exercer a sua profissão, deslocamento…
Por fim, a nossa experiência nesta área passa pelo CRIPS, onde estivemos em contacto com pessoas surdas outras mudas e fizemos actividades com eles como pintar desenhos e cortar esponjas. No entanto, os surdos e mudos com quem tivemos não sofriam só destas deficiências, tinham outras doenças graves, o que era bastante difícil interagir com eles .
Apesar de termos passado por algumas dificuldades durante o no lectivo, foi bastante produtivo o trabalho, pois cumprimos tudo o que tínhamos planeado dentro dos prazos estabelecidos e aprendemos muitas palavras em LGP.
O nosso trabalho vai ser apresentado sob a forma de exposição e terá toda a informação que reunimos ao longo do ano lectivo.
Cada elemento do grupo concluiu aquilo que já sabia! Entrámos neste projecto por curiosidade e descobrimos um tema pouco comum.
A Margarida é o único elemento do nosso grupo que pretende seguir esta área que trabalhamos, para ela foi muito bom passar por esta experiência. Para os restantes elementos do grupo adoraram o tema e irão continuar a gostar, mas para seguir profissionalmente por enquanto não está nos nossos planos.



Beijinhos até sempre!



Segunda-feira, 20 de Abril de 2009

Inês Calado
Margarida Duarte
Patrícia Calado
Ricardo Martins
Suse Vital
12ºA

Grupo de LGP


...ao 3º Período!!

domingo, 12 de Abril de 2009

Grupo de LGP


Grupo de LGP deseja uma Feliz Páscoa a todos!!!

domingo, 29 de Março de 2009

Grupo de LGP

Como minimizar o problema da deficiência auditiva?

Os progressos tecnológicos dos últimos tempos têm sido pontos bastante rentáveis para as pessoas que apresentam falhas auditivas.
Porém, quanto mais cedo se iniciar o tratamento para estes indivíduos, também melhor serão os resultados, uma vez que quanto mais cedo a iniciar a estimulação do cérebro, melhor será o seu desenvolvimento. Para minimizar o problema da deficiência auditiva, as pessoas podem recorrer a dois métodos:

Método oralista
Método gestualista

Ou ainda…

Próteses auditivas
Equipamentos autónomos de amplificação por frequência modulada

Método Oralista e Método Gestualista
Existem dois métodos fundamentais para melhorar um tratamento na pessoa deficiente auditiva:
O método oralista, que somente se baseia na aquisição de linguagem oral, sem intervenção de gestos estruturados.
O método gestualista que, para além de um ensino de linguagem oral, ainda apresenta um sistema estruturado de gestos. Este último baseia-se na defesa da linguagem gestual.

Próteses auditivas e outros equipamentos
Ainda que, por muito cedo a pessoa portadora de deficiência auditiva comece a usar próteses auditivas, estas vão intervir com o seu auto-reconhecimento, com a sua imagem pessoal, afastando-a simbolicamente da comunidade surda, ainda que a língua gestual possa ser a sua língua materna. As próteses auditivas, por serem aparelhos visíveis e facilmente detectáveis à observação directa, farão com que o indivíduo tenha de se adaptar a esta nova realidade, para assim se integrar de uma melhor forma na sociedade.
Contudo, nem sempre isto é conseguido, uma vez que a maior parte das pessoas rejeitam estes aparelhos.
As próteses auditivas são aparelhos que servem para ampliar o som. Contudo, é através do uso e do treino auditivo especializado que se vão conseguindo alcançar alguns resultados.
Toda esta tecnologia que tem vindo a ser falada ao longo dos tempos, tem, gradualmente, vindo a ajudar as pessoas deficientes auditivas, permitindo-nos também dispor de alguns aparelhos de amplificação de sons são bastante úteis.
Existem ainda os equipamentos autónomos de amplificação por frequência modulada, que transmitem o sinal sonoro mediante ondas de alta-frequência. Estes equipamentos evitam interferências, reduzem o ruído ambiente e eliminam o problema de distância entre interlocutores.
Para o treino da terapia da fala existem amplificadores de bandas de frequência mais especializados, que possuem filtros de frequência que deixam passar somente as frequências que a terapeuta quer trabalhar no momento. Ainda para os surdos mais profundos, pode aplicar-se a tecnologia de tratamento electrónico de sons, traduzindo-os em vibrações, que se percebem pelo tacto.
A nível informático é onde se denotam as principais evoluções para o desenvolvimento da aprendizagem de um surdo. Os computadores estão suficientemente preparados e avançados, de tal forma que estes possuem uma grande capacidade de motivação para os alunos. A comunicação é bidireccional e cada computador pode adaptar-se ao ritmo de trabalho de cada aluno. A correcção dos exercícios é imediata e possui ainda um grande poder de simulação de fenómenos físicos.
O diagnóstico que inicialmente se faz à pessoa deficiente auditiva vai depender muito de alguns factores, tais como: o grau de surdez, o momento em que aparece e em que é detectada a deficiência e até mesmo do próprio indivíduo.
Em alguns casos, o grau de surdez é tão profundo que temos que recorrer a implantes cocleares, com resultados muito prometedores. Os implantes cocleares são aparelhos auditivos com um componente interno introduzido no ouvido interno (através de uma operação) e de um outro, externo, semelhante a uma prótese auricular, ligada a um processador. A colocação desta prótese faz-se através de uma intervenção cirúrgica.
O resultado deste implante é positivo, visto a qualidade do tom de voz melhorar, a fala torna-se mais rítmica, há uma melhor habilidade de produzir fonemas e uma melhor frequência das verbalizações. As pessoas apresentam, ainda, melhor atenção e concentração, mais interesse a falar, fazem menos barulho em casa e conseguem identificar sons ambientais.
Ao contrário do que é pensado por muitas pessoas, nunca se deve falar alto na presença destas pessoas, pois de nada vai adiantar. O docente deverá falar pausada e distintamente, para que o indivíduo compreenda o que está a ser dito. Não nos devemos esquecer que estas pessoas utilizam muitas vezes a leitura labial. Portanto, enquanto está a falar, deverá posicionar-se sempre à sua frente.

Todas as deficiências:
Sendo portador de uma deficiência, posso participar em actividades culturais, desportivas ou recreativas?

Sim, uma vez que são actividades a que todos têm direito e constituem uma necessidade como meio de ocupação qualificada de tempos livres, de aumento dos níveis de integração social e de reabilitação.

Quais os desportos que um deficiente pode praticar?

Qualquer desporto ou modalidade desportiva pode ser praticado(a) por qualquer pessoa portadora de deficiência(s), seja qual for a deficiência.Poderá escolher qualquer modalidade desde que se sinta com capacidade para a praticar, ainda que com o apoio de uma ajuda técnica ou de um dispositivo de compensação.


Inês Calado
Margarida Duarte
Patrícia Calado
Ricardo Martins
Suse Vital

Grupo de LGP

Surdez
De acordo com a visão médica o termo surdez e deficiente auditivo estão intimamente ligados, sendo o surdo visto como portador de uma doença localizada, uma deficiência a que precisa de ser tratada. A surdez é definida como a “perda parcial ou total da capacidade auditiva”.
A deficiência auditiva é caracterizada em termos de:
- Tipo;
- Grau;
- Causa;
- Momento de aparecimento.

Classificação da deficiência auditiva quanto ao tipo

Esta caracterização refere-se à localização da lesão, que origina a perda auditiva. Pode dividir-se em:
- Surdez de Condução
É originada por patologias (doenças), que acontecem no ouvido externo e/ou no ouvido médio. Por exemplo, rolhões de cera, malformações do pavilhão auricular, perfuração do tímpano, otites, podem originar uma perda deste tipo.

- Surdez Neuro-sensorial ou de Percepção
Ocorre quando as causas da perda auditiva estão localizadas na cóclea e/ou nervo auditivo. Se estiver situada na cóclea denomina-se endococlear, se estiver localizada no nervo auditivo ou num nível superior da via auditiva chama-se rectrococlear. Por exemplo, nos casos de Síndroma de Meniére, presbiacusia (perda auditiva decorrente do envelhecimento).

- Surdez Mista
Existe quando coexistem alterações no ouvido externo/médio e no ouvido interno, por isso tem características de surdez de condução e neuro-sensorial.


Classificação da Deficiência Auditiva quanto ao Grau

Segundo o Bureau International d’Audio-Phonologie (B.I.A.P. - 02), 1998, a deficiência auditiva é classificada de acordo com os limiares auditivos obtidos pela pessoa num exame de audição (audiograma tonal). Esse exame revelará a existência ou não de uma perda em dB (que é uma medida relativa de intensidade do som) em relação ao ouvido normal. Então, o grau de audição pode ser classificado em:

- Audição Normal ou Subnormal
O limiar auditivo médio não ultrapassa os 20 dB.


- Deficiência Auditiva
Ligeira
Perda auditiva de 21 a 40 dB;

Moderada
1º grau: perda auditiva de 41 a 55 dB;
2º grau: perda auditiva de 56 a 70 dB;

Severa
1º grau: perda auditiva de 71 a 80 dB;
2º grau: perda auditiva de 81 a 90 dB;

Profunda

1º grau: perda auditiva de 91 a 100 dB;
2º grau: perda auditiva de 101 a 110 dB;
3º grau: perda auditiva de 111 a 119 dB;

Total (Cofose)
Perda auditiva média de 120 dB.


Classificação da Deficiência Auditiva quanto à Causa

Causas da Surdez de Condução
Cerúmen ou corpos estranhos no canal auditivo externo;
Otite externa
Otite média
Interrupção da cadeia ossicular (martelo, bigorna e estribo), por traumatismo, explosão, malformação, otite, etc.
Inflamação da membrana do tímpano
Perfurações da membrana timpânica
Obstrução da trompa de Eustáquio
Fenda palatina
Otosclerose


Causas da Surdez Neuro-sensorial
A deficiência auditiva tem origens diversas tais como:


Causas pré-natais (antes do parto):

Hereditárias,
Malformações congénitas, adquiridas pelo embrião devido a infecções virais ou bacterianas intra-uterinas (ex: rubéola, sarampo, sífilis, citamegalovirus, herpes simplex, toxoplasmose),
Intoxicações intra-uterinas (ex: quinino, álcool, drogas),
Alterações endócrinas (ex: patologias da tiróide, diabetes), carências alimentares (ex: vitaminicas),
Agentes físicos (ex: raios X);



Causas peri-natais (durante o parto):

Traumatismos obstétricos (ex.: hemorragias do ouvido interno ou nas meninges),
Incompatibilidades sanguíneas (do factor RH que podem provocar danos no sistema nervoso central);
Prematuridade e/ou baixo peso ao nascimento;
Trauma de parto;
Doença hemolítica do recém-nascido (icterícia grave);


Causas pós-natais (depois do parto e no decurso da vida do indivíduo):

Doenças infecciosas,
Bacterianas (ex: meningites, otites, inflamações agudas ou crónicas das fossas nasais e da naso - faringe),
Virais (ex: encefalites, varicela),
Intoxicações (ex: alguns antibióticos, ácido acetilsalicílico, excesso de vitamina D que pode provocar lesão com hemorragia ou infiltração calcária nas artérias auditivas),
Trauma acústico (ex: exposição prolongada a ruídos nos locais de trabalho ou em recintos de diversão; sons de elevada intensidade e de curta duração, tais como: nas explosões e na caça; diferenças de pressão, como no caso dos mergulhadores);
Infecções: meningite, encefalite, parotidite epidémica, sarampo
Drogas
Perda auditiva induzida por ruído
Traumas físicos que afectam o osso temporal


Causas desconhecidas ou idiopáticas.

Classificação da Deficiência Auditiva quanto ao momento em que ocorre

Surdez congénita: acontece antes ou durante o nascimento;
Surdez adquirida: ocorre após o nascimento.

Considerando o desenvolvimento da linguagem, denomina-se:

Surdez pré-locutiva (ou pré-linguística): aquela que ocorre antes do desenvolvimento da fala e da linguagem;
Surdez pós-locutiva (ou pós-linguística): a que surge depois do desenvolvimento da fala e da linguagem.


Inês Calado
Margarida Duarte
Patrícia Calado
Ricardo Martins
Suse Vital

Grupo de LGP

A audição
A audição, tal como os restantes sentidos, é muito importante para o nosso desenvolvimento como indivíduo, como parte da sociedade. Já antes do nosso nascimento, a audição é o primeiro sentido a ser apurado, através do diálogo com a mãe com o seu bebé, dos novos sons, do conhecimento do mundo que nos rodeia.
É através desta que comunicamos com o mundo e este se comunica connosco, desenvolvendo assim a nossa identidade, os nossos sentimentos, a compreensão do mundo que está à nossa volta, os vínculos sociais, as interacções intra e inter – pessoais e o modo como manifestamos os nossos anseios e necessidades.

Definição de deficiência auditiva
A deficiência auditiva, trivialmente conhecida como surdez, consiste na perda parcial ou total da capacidade de ouvir, isto é, um indivíduo que apresente um problema auditivo.
É considerado surdo todo o indivíduo cuja audição não é funcional no dia-a-dia, e considerado parcialmente surdo todo aquele cuja capacidade de ouvir, ainda que deficiente, é funcional com ou sem prótese auditiva.
A deficiência auditiva é uma das deficiências contempladas e integradas nas necessidades educativas especiais (n.e.e.) necessidades pelas quais a Escola tanto proclama.

Qual a diferença entre surdez e deficiência auditiva?
Por vezes, as pessoas confundem surdez com deficiência auditiva. Porém, estas duas noções não devem ser encaradas como sinónimos.
A surdez sendo de origem congénita, é quando se nasce surdo, isto é, não se tem a capacidade de ouvir nenhum som. Por consequência, surge uma série de dificuldades na aquisição da linguagem, bem como no desenvolvimento da comunicação.
Por sua vez, a deficiência auditiva é um défice adquirido, ou seja, é quando se nasce com uma audição perfeita e que, devido a lesões ou doenças, a perde. Nestas situações, na maior parte dos casos, a pessoa já aprendeu a se comunicar oralmente. Porém, ao adquirir esta deficiência, vai ter de aprender a comunicar de outra forma.
Em certos, pode-se recorrer ao uso de aparelhos auditivos ou intervenções cirúrgicas (dependendo do grau da deficiência auditiva) a fim de minimizar ou corrigir o erro.

Inês Calado
Margarida Duarte
Patrícia Calado
Ricardo Martins
Suse Vital

quinta-feira, 26 de Março de 2009

Relatório do final do 2º período a avaliação do grupo

Neste período cumprimos os objectivos que tínhamos proposto na calendarização da planificação. Fizemos uma cartolina com o alfabeto e os números em LGP e colocámos informação no blog e treinámos LGP.
Tínhamos proposto várias idas ao CRIPS para fazermos as entrevistas à Terapeuta da Fala, às auxiliares, aos utentes e também estar em contacto com a Ana e o João (surdos).
Não foi possível concretizar as idas ao CRIPS, visto que não conseguimos entrar em contacto com a Terapeuta da Fala.
De qualquer forma não estamos atrasados no nosso projecto e para substituir as actividades no CRIPS fizemos inquéritos aos professores, auxiliares de acção educativa e alunos do 12º ano sobre surdez e LGP com os seus resultados em forma de gráfico e elaboramos um pequeno livro com expressões em LGP.
É de referir que hoje vamos ao CRIPS fazer a observação directa (Ana e João) e falar com a Terapeuta da Fala para acertarmos uns pontos no nosso projecto.
Como já tínhamos dito no período passado, estamos a gostar muito do tema, e o nosso trabalho correu-nos muito bem. Além de nos divertirmos estamos a aprender muito.
No 3º período a turma vai participar connosco e aprender alguns gestos! E passar um pouco experiência que estamos a ter nas aulas de Área de Projecto e não só!
Na nossa opinião cada elemento merece pelo seu desempenho 19 valores.


Inês Calado
Margarida Duarte
Patrícia Calado
Ricardo Martins
Suse Vital
12º A